Acredito que em dia de delírio o Vice do Serra deu essa entrevista. Clique aqui e ASSISTA no sítio original ou veja abaixo.
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O SERRA tem que falar com seu Vice
terça-feira, 20 de julho de 2010De quem é a culpa?
domingo, 4 de julho de 2010Uma das coisas que mais se costuma fazer quando ocorre uma derrota é buscar um culpado.
Dessa vez não há o que se discutir:
1) no futebol bola alta na pequena área é do goleiro;
2) quem cabeceia deve manter sempre os olhos abertos para ver onde enviar a bola;
analisem a foto a seguir e verifiquem o que está acontecendo:

O Júlio César goleiro do Brasil vai de olhos fechados na bola
Por mais que tivéssemos várias filmagens, as imagens fotográficas reproduzidas nos jornais não deixam dúvidas: o goleiro Júlio César do Brasil na Copa de 2010 vai na bola que está na sua área de olhos fechados e erra.
A partir daí o resto é o gol. Se não tocasse na cabeça do Felipe Melo, que também estava de olhos fechados, existiam dois holandeses abaixo dele esperando a bola para cabecear.
Mas o que aconteceu com a seleção brasileira só tem um responsável: DUNGA.
A incompetência e o autoritarismo, além do desconhecimento das relações humanas causou todos os problemas.
Agora é torcer para que realmente se forme um grupo para a COPA de 2014 que será em casa.
Mas ainda mais impressionante que a responsabilidade do gol ocorreu com a escolha do candidato a Vice-presidente do Serra, ler diretamente do Estado de São Paulo clique aqui mas o texto segue abaixo:
Na última hora, Serra cede ao DEM e aceita vice vinculado a Cesar Maia
Nome que valerá 3 minutos a mais no rádio e na TV para Serra é o do deputado Antonio Índio da Costa
30 de junho de 2010 | 20h 54
Christiane Samarco, Eugênia Lopes e Marcelo de Moraes, de O Estado de S.Paulo quinta-feira 01 de julho de 2010
BRASÍLIA – Sob pressão do DEM e diante do risco de desmonte da própria candidatura presidencial, o PSDB entregou ontem, ao partido aliado, o posto de vice-presidente na chapa do tucano José Serra. O nome que valerá 3 minutos a mais no rádio e na TV para Serra é o do deputado Antonio Índio da Costa (RJ), ligado ao grupo político do ex-prefeito do Rio Cesar Maia.
O acordo foi fechado no prazo limite permitido pela Lei Eleitoral. Se não houvesse entendimento até meia-noite de ontem, Serra teria de disputar a eleição contra a petista Dilma Rousseff apoiado apenas por PPS e PTB, além de seu próprio partido. Houve o consenso de que isso seria praticamente uma sentença de morte para a candidatura, já que as alianças regionais se desmantelariam e o tempo de propaganda na televisão ficaria reduzido à metade dos minutos que Dilma terá à disposição.
Foi a consciência desse quadro político que fez Serra, pessoalmente, reabrir a conversa com o DEM e rever a indicação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para a vaga de vice.
Em uma demonstração de que a aliança estava pacificada, Serra desembarcou ontem, no início da noite, na convenção do DEM, em Brasília, para abençoar o vice. Anunciou Índio da Costa como um “político da nova geração” e “peça fundamental” na aprovação da Lei da Ficha Limpa. “Apresentamos aqui uma novidade que é um sinal de renovação e esperança para o nosso Brasil”, disse Serra. Antes de optar por Índio, Serra analisou duas outras opções do DEM, a vice-presidente do partido, Valéria Pires Franco, do Pará, e o ex-ministro Carlos Melles, de Minas.
Agenda. Com a chapa montada, a ideia da coordenação de campanha de Serra é mudar imediatamente de agenda. Esquecer o conflito entre os dois partidos e trabalhar para somar ao tucano características positivas trazidas por Índio para a campanha. O vice facilitará o discurso que pretende usar de contrapor sua campanha de “fichas limpas” à de um governo que supostamente tolera desvios éticos de aliados. “O Serra estava entusiasmadíssimo com o Índio, com o perfil dele associado ao Ficha Limpa”, contou o ex-governador de Minas Aécio Neves, que passou a madrugada em São Paulo, reunido com o presidenciável.
Já fez parte dessa estratégia o tom do discurso de estreia de Índio durante a convenção do DEM. Sob aplausos dos convencionais do partido, o escolhido criticou o inchaço da máquina pública e acusou Lula de “tratar mal os servidores públicos”.
Pouco conhecido do cenário político, o deputado do Rio atendeu a um dos critérios que Serra considerava interessante: ter um companheiro de chapa que representasse algo novo e jovem na política. Além disso, Serra também reconhecia que a escolha poderia ajudá-lo a colher votos no Rio, terceiro maior colégio eleitoral do País e onde sua candidatura vinha perdendo apoio.
A escolha de Índio também serviu de estímulo para que o DEM recuperasse a vontade de fazer campanha a favor de Serra. Depois que o tucano sinalizou com o veto à presença de um integrante do DEM na sua chapa, o partido se preparou para o desembarque da candidatura presidencial. Considerou que tinha sido humilhado pelos antigos parceiros do governo Fernando Henrique Cardoso e de oposição ao governo Lula.
Trânsito. Índio é um político com trânsito nas principais alas do DEM. Mesmo tendo sua origem política ligada a Cesar Maia, é um dos parlamentares mais próximos do líder do DEM, Paulo Bornhausen (SC). Seu perfil foi interpretado como ideal para unir o antigo PFL ao novo comando do DEM e com isso agregar as jovens e antigas lideranças da legenda.
Índio não fazia parte da primeira lista de “candidatos” do DEM para formar chapa com Serra. A lista tríplice original era formada pelos deputados José Carlos Aleluia (BA), Carlos Melles (MG) e pela vice-presidente do DEM Valéria Pires Franco (PA). O tucano acabou preferindo Índio. “Confesso que foi uma surpresa para vocês e para mim também”, admitiu o escolhido, ao se apresentar como candidato a vice na convenção do DEM que aprovou a coligação com Serra.
mas essa matéria jornalística diz pouco, na imagem abaixo voce poderá ler o acontecido. essa matéria cujo imagem vai abaixo o Jornal Estado de São Paulo só imprimiu não disponibiliza na internet, por esse motivo vai escaneada para ler em tamanho normal clique na imagem abaixo:
Agora a eleição presidencial não permite mais erros. A candidata Dilma Roussef já começou a aparecer nas pesquisas realizada pelo IBOPE e DATAFolha em queda.
é Importante o controle dessas pesquisas que já começam a ser feitas quase que semanalmente quando antes não tinha muita periodicidade.
Primeiro debate realizada entre três pré-candidatos
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Dilma, Marina, Plínio, Serra - Pre-candidatos a presidente eleições 2010
Aconteceu em Minas Gerais em um encontro de Prefeitos o primeiro debate público entre os três pré-candidatos Dilma, Marina e Serra, conduzido pelo serrista Fernando Mitre os pré-candidatos eram avisados da proximidade do final do seu tempo. Imitando a TV-Globo com a propaganda do Fantástico, o Fernando Mitre anunciava faltam 45 segundos, curiosamente o número do partido do pré-candidato que apoia. A partir de determinado instante foi alertado e mudou para avisar faltam 30 segundos. Mas isso de forma alguma quer dizer má fé – foi apenas uma coincidência, tal qual a Globo e a festa para o fantástico.
Durante o debate ficou perfeitamente definido a posição de coadjuvante da candidata do PV com relação ao candidato do PSDB-DEM-PPS.
Até o momento quem possui o maior tempo de TV é a candidata do PT-PMDB-PCdoB-PSB-PDT, Dilma Roussef candidata da continuidade do governo Lula. A direita organizada no Brasil (PSDB-DEM-PPS) na busca de aumentar seu tempo no horário eleitoral gratuito já conseguiu, com a intervenção do líder máximo FHC, o apoio do partido do ex-governador de Brasília Joaquim Roriz (PSC) que foi o mentor do ex-governador de Brasília, ex-filiado ao DEM e atualmente sem partido – José Roberto Arruda, pré-candidato José Serra.A pré-candidata pelo Partido Verde Marina Silva. Também é pré-candidato pelo PSOL – Plínio de Arruda Sampaio.
A imprensa que foi obrigada esquecer os candidatos internos dos partidos à presidência, agora foca todos as suas luzes em apenas três candidatos. E de tal forma esse foco é deturpado pois o objetivo é dirigir a campanha primeiro apresentando a dupla Serra-Marina e Dilma e esquecendo os demais. Se os jornais escritos, que não pagam impostos pelo papel que utilizam, dedicassem o seu tempo a ouvir propostas de candidatos e a partir delas fazer análises e divulgar as candidaturas teríamos eleições mais democráticas no Brasil.
