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A Lei dos ficha suja

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Não assinei o abaixo assinado da Lei da Ficha Limpa, por não ter claro o que se pretendia fazer, e até hoje ainda não entendi como uma lei é retroativa.

Tenho me perguntado como procederá a justiça quando alguém tiver sido julgado, cumprido a pena e depois vindo uma nova lei poderá ser punido de novo?

Vou exemplificar o caso do ex-presidente Collor, politicamente o Congresso o cassou, na justiça foi absolvido. Cumpriu os dez anos sem se candidatar e o que fará a Lei do Ficha limpa?

Acabo de ler que o TRE-DF cassou a candidatura do Joaquim Roriz (PSC).

Joaquim Roriz renunciou para não ser cassado, antes da lei do FIcha Limpa

Joaquim Roriz renunciou para não ser cassado, antes da lei do FIcha Limpa


O placar foi 4 x 2. Um recurso deverá ser feito ao TSE. Em todos osa pronunciamentos o Presidente do TSE tem declarado que Lei vale retroativamente, dessa forma espera-se que o Joaquim Roriz não recorra, duvido.

O TRE-RO cassou a candidatura ao senado do ex-governador de Rondônia Ivo Cassol (PPS)

Ivo Cassol ex governador de Rondonia (PPS) não pode ser candidato ao Senado

Ivo Cassol ex governador de Rondonia (PPS) não pode ser candidato ao Senado

Na página do Congresso Nacional podemos ver muitos políticos enrolados com a Lei do Ficha Limpa confira:

Por que esses 42 políticos estão enrolados

Será que as punições serão eternas?

Atualmente ja se questiona a constitucionalidade da lei. Leia.

Jackson Lago e Roseana Sarney

Jackson Lago e Roseana Sarney

Enquanto isso no Maranhão: TRE-MA Livra Jackson Lago da Lei do Ficha Limpa

Acredito muitos casos serão resolvidos após as eleições aí será uma loucura total pois os eleitos podem não ter sido eleitos, lembrem-se dos cálculos para se ter o coeficiente eleitoral. E como ficará o próprio Congresso Nacional ?

Vamos aguardar pra ver.

Pagando pra ver

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A imprensa hoje noticiou que houve um atentado no Irã,


tentaram matar o Presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad.

Se é verdade ainda não se tem certeza.

Antes de ontem o militar responsável pelas tropas americanas declarou que existe um plano para atacar o Irã

Chefe do Estado Maior das Forças Armadas do USA

Chefe do Estado Maior das Forças Armadas do USA

leia .

Ontem o Obama declarou que irá tirar 30.000 soldados do Iraque e manterá por lá durante mais um ano 50.000, que sairão em 2001.

Na minha opinião começam a ser criadas as condições de atacar mais uma vez um país que possui grandes diferenças com o USA.

O restante do mundo está calado

Recordação

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Em 01 de agosto de 1971, George Harrisson organizou um show para arrecadar fundos para Bangladesh terra de Ravi Shankar um músico que divulgou a música de seu paºis entre todos os jovens. Os Beatles tinham acabado e esse filme percorreu o mundo e fez a cabeça de muita gente.

Quando a orquestra de músicos que tocavam vários instrumentos tipo cítar e tambores, etc. começaram a afinar os instrumentos, fato que demora bastantes foi aplaudida entusiaticamente e Ravi Shankar declarou “espero que voces gostem das músicas quando tocarmos já que gostaram tanto da afinaç´ão dos intrumentos”.

Essa frase reproduz uma epóca.

Ouçam e vejam o vídeo que está abaixo_

Abaixo a interpretação de Something no The Concert for Bangladesh. Danifiquei três discos dos Beatles ( Rubber Soul ) onde foi gravada originalmente essa música ‘ toquei demais.

Something

George Harrison

Something in the way she moves
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me

I don’t want to leave her now
You know I believe and how

Somewhere in her smile she knows
That I don’t need no other lover
Something in her style that shows me

I don’t want to leave her now
You know I believe and how

You’re asking me will my love grow
I don’t know, I don’t know
You stick around now it may show
I don’t know, I don’t know

Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me

I don’t want to leave her now
You know I believe and how

Ouçam o Something original

Toda Glória a Sri Krishna

Toda Glória a Sri Krishna

All Glories to Sri Krishna

O que está acontecendo ?

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Boa noite

Durante um tempo perdi o pique de comentar qualquer fato. Ainda não consegui entender como o Bruno, que está acusado da morte de Eliza, ainda consegue manter a sua cabeça altiva.

Onde foi que a humanidade  errou, para assistir que alguém se mostre assim.

Mas hoje, fiquei sensibilizado, pois morreu o Paulo Moura.

Paulom Moura - (São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 - Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2010

Paulo Moura - (São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 - Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2010

A última vez que vi o Paulo Moura, acho que foi na Modern Sound. Uma loja e atualmente bistrô que está localizada em Copacabana. O Paulo Moura lançava um disco com Yamandu Costa, o excelente violonista gaúcho e nos brindou com: se não me engano três músicas, foi um delírio e um bom momento em minha vida.

O CD que estava lançando era Paulo Moura e Yamandú Costa – El Negro del Blanco

CD El negro del blanco - Paulo Moura e Yamandu Costa

CD El negro del blanco - Paulo Moura e Yamandu Costa

antes dessa apresentação relâmpago me lembro muito bem de uma Domingueira Voadora. A Dmingueira era um baile que ocorria no Circo Voador, já na Lapa – aos domingos, onde o Paulo Moura tocou em vários domingos.

Mas nesse domingo, choveu durante todo dia no Rio de Janeiro e muito, e a noite fui ao baile no circo, para minha surpresa era aniversário do Paulo Moura e ele tocou como nunca. No meio do show, identificou na platéia um garoto e o cahamou ao palco – era o Ed Motta, um jovem que havia lançado um disco (Ed Motta & Conexão Japeri – 1988) a pouco tempo e começava a fazer sucesso

Ed Motta e Conexão Japeri - 1988

Ed Motta e Conexão Japeri - 1988

o Paulo Moura deixou o Ed Motta no palco e as cerca de 25 pessoas que haviam se aventurado a ir ao Circo Voador, apesar da chuva, tiveram um noite inesquecível.

Depois ele voltou ao palco e tocou como nunca eu tinha ouvido e olha que quem o ouviu no Parque Lages achava que não mais se impressionaria.

Pra completar li nos jornais e ouvi na TV que ao receber a homenagem dos colegas músicos no hospital no sabádo dirigiu-se a varanda e ainda os premiou com o Docinho de Coco se não me engano.

A festa de Paulo Moura vai continuar e a minha cabeça não para de pensar no rosto do Bruno e a sua tranquilidade.

Seja feliz Paulo Moura e obrigado pelo que me deixou ouvir sair de voce e sua música.

O dia seguinte

sábado, 3 de julho de 2010

Hoje eu acordei triste e feliz.

Triste porque o futebol brasileiro foi destruído por um déspota, que se vangloria de ter prendido durante 52 dias um grupos de homens brasileiros, atletas e que jogam futebol.

Essa foi a única maneira que ele conseguiu mostrar porque não entende o que não viveu.

aonde foi que eu acertei?

aonde foi que eu acertei?

Quem é hiena sabe porque ri.

Feliz porque um ser apelidado de um personagem de história infantil saiu de cena.

Feliz porque temos a possibilidade de rever o futebol arte de novo sendo jogado pelos atletas brasileiros.

Nota de Falecimento

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Faleceu no dia 5 de maio de 2010 Maria Amélia Buarque de Holanda, fundadora do Partido dos Trabalhadores, mãe de Miúcha, Sérgio, Álvaro, Chico, Maria do Carmo, Ana, Cristina e ex-mulher de Sérgio Buarque de Hollanda. Mulher exemplar na sua forma de encarar e viver a vida 100 (cem) anos de dedicação a vida humana.

05/maio/2010 - cem anos Maria Amélia Buarque de Holanda

05/maio/2010 - cem anos Maria Amélia Buarque de Holanda

Cidade Lagoa

quarta-feira, 7 de abril de 2010

No vídeo abaixo coloque o cursor onde marcar 5:40 e ouça uma música que fala da cidade cheia de água.

Música composta na decada de 50 fala do Rio de Janeiro.

Cidade Lagoa
Jards Macalé
Composição: Cícero Nunes, Sebastião Fonseca

Esta cidade, que ainda é maravilhosa,
Tão cantada em verso e prosa,
Desde os tempos da vovó.
Tem um problema, crônico renitente,
Qualquer chuva causa enchente,
Não precisa ser toró.
Basta que chova, mais ou menos meia hora,
É batata, não demora, enche tudo por aí.
Toda a cidade é uma enorme cachoeira,
Que da Praça da Bandeira,
Vou de lancha a Catumbi.
Que maravilha, nossa linda Guanabara,
Tudo enguiça, tudo pára,
Todo o trânsito engarrafa.
Quem tiver pressa, seja velho ou seja moço,
Entre n’água até o pescoço,
E peça a Deus pra ser girafa.
Por isso agora já comprei minha canoa,
Pra remar nessa lagoa, toda a vez que a chuva cai,
E se uma boa me pedir uma carona,
Com prazer eu levo a dona,
Na canoa do papai.

O Coliseu brasileiro

terça-feira, 30 de março de 2010
Encerramento do julgamento do chamdo caso Nardoni

Encerramento do julgamento do chamado caso Nardoni

A grande imprensa brasileira sempre se aproveita de momentos do maior sofrimento e degradação humana para aumentar seu faturamento.

Ano de 2008 (veja a reportagem) teve a morte da sequestrada, uma menina, quando a polícia agiu errado, foi usado pela mídia durante dias, o sequestro aumentou a audiência da tv e rádio  e a venda de jornais e revistas.

Ano de 2009 o voo AF 447 permitiu mais uma vez o aumento do lucro das empresas midiáticas e quando possível mostrando corpos sendo transladados dias de sucção da tragédia. E assim vive a mídia nacional preferencialmente ligando os acidentes quando interessa a empresa da mídia ao governo, afinal a campanha eleitoral não deve ser antecipada. Vou ficar nos dois exemplos.

Mas como sempre faço ao terminar a farra grotesca, eu procuro tentar ler opiniões e reportagens mais criteriosa e que muitas vezes mostram como o ser humano é explorado pela mídia.

O caso atual é um assassinato de uma criança, que ocorreu dois  anos atrás. O que teve de advogado, promotor, empresas de mídia nem se fala e todos os que puderam se promover com o fato, usufruindo da desgraça alheia, foi uma coisa impressionante. Mas o que mais me chocou foi o efeito de arena romana (quando o lançamento dos galdiadores à luta da sobrevivência e os cristão aos leões levavam o populacho a vibrar nas arquibancadas) ao ver estampada na foto de jornal, alguns pobres coitados pulando, vibrando e nem sei se teve fogos, pois no jornal não deu pra perceber com a solução aparentemente final: condenação dos assassinos.

Imaginei que poderíamos ter um pão e circo de muito mais teor e audiência do que o que ocorreu com Maria Antonieta na França.

Os assassinos poderiam ser amarrados em praça pública e aquele que conseguissem chegar até praça poderim cortar um pedaço do corpo deles e levar pra casa, num programa nacional tipo bigbrother e depois os que conseguissem seriam entrevistados diariamente na televisão e contavam a sensação de ter sido um “vencedor”. Seria um delírio nacional.

O país iría parar até acabar o corpo dos assassinos? Não pararia até a mídia vender todo o espaço de propaganda.

E continuariam a ser notícia enquanto as empresas de pesquisas informassem o que ainda poderia crescer a audiência.

Com certeza antes de extiguir os copos as pesquisas apontariam que o foco da notícia deveria ser direcionado para outra a atividade da programação midiática e o assunto deixaria de ser tratado e nunca mais voltaria a baila.

O que me preocupa é o que levaria dois adultos a matar uma criança ?

O que levaria um pai e uma mãe a ficarem calados e não contarem o ocorrido ?

Como eles conseguem dormir ?

Tenho receio que a mãe da sacrificada se não se cuidar pderá ser procurada para posar em revistas sexy – se não aprecer agora será em breve.

E poderemos ter, muito tempo depois, num artigo acadêmico o estudo da mente e do sentimento dos agora condenados e avaliações do seus pensamentos durante esse tempo. As mentes doentes poderão penar que se repetirem o fato seram famosos. Mas esse assunto não voltará para a mídia, nem a mídia tem interesse e modificar o comportamento humano para melhor. A mídia não tem interesse no comportamento humano. O que lhe interessa é a barbárie, por isso ela é divulgada ao máximo, e com certeza atuará influenciando outros acontecimentos pela forma da divulgação que a mídia promove.

Descanse em paz Isabelle o seu sofrimento não terá sido em vão.

Que país é este ?

sábado, 27 de março de 2010

Vinte e sete de março de dois mil e dez.

Renato Russo - 50 anos de nascimento 27/março/2010

Renato Russo - 50 anos de nascimento 27/março/2010

Após dez anos do fim do mundo (afinal o mundo acabaria em 2000) eu lembro que foi minha filha com cerca de quatro ou cinco anos que me impressionou pois cantava um música quilométrica que relatava a relação de um casal jovem: Eduardo e Mônica.

Comprei o disco e descobri que conhecia outras músicas que eram a expressão do rock brasileiro, a epopeia do casal era impressionante e mais ainda com a pouca idade minha filha cantava toda a letra.

Era um rock, nunca entendi porque não aportuguesamos a palavra para roque como foi feita com o futebol (football), talvez já devêssemos ser influenciado pelo anglicismo vindo dos EEUU e apesar de adorar o rock inglês (Rolling Stones, Herman Hermits e Beatles) não podíamos deixar de receber a influência do Elvis, Chuck Berry e do rock’n'roll. E prova de que era um fenômeno mundial explodiu em nossas cabeças com o grito canadense que deu poder e vigor – Born to Be Wild do Steppenwolf, de uma forma geral transformou-se em música brasileira e entrou pelos ouvidos como iê, iê iê e depois: virou rock do bom.

Hoje faria 50 ANOS Renato Russo, e como manda a tradição rock lembrem: Cassia Eller, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison e muitos outros se foram enquanto jovens mantendo assim a imagem do rock enquanto juventude, inquietação, revolta e afirmação.

E para comemorar lembrar que cada um tem a Legião que lhe representa, nós nos orgulhamos da nossa LEGIÃO URBANA.

VIVA

RENATO RUSSO

Eduardo e Mônica

Composição: Renato Russo
Gravação: Legião Urbana

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram…

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer…
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse:
“Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir”

Festa estranha, com gente esquisita
“Eu não ‘to’ legal, não agüento mais birita”
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
“É quase duas, eu vou me ferrar…”

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete,
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard

Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camêlo
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica era nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês

Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô

Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema “escola, cinema
clube, televisão”.

E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser…

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar…

Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular

E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz

Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
Ah! Ahan!

E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão!

Ilusão à Toa

sábado, 6 de março de 2010

A vida de um músico é eterna quando ele deixa a nossa mente e alma preenchida.

Alfredo José da SIlva (Johnny Alf) é um dos permanecerão para sempre.

Ah, se a juventude que essa brisa canta
Ficasse aqui comigo mais um pouco
Eu poderia esquecer a dor
De ser tão só
Prá ser um sonho

e o sonho continua..

Johnny Alf (Alfredo José da Silva nasceu no Rio de Janeiro, 19/mai/1929 — Santo André, 4/mar/2010)

Johnny Alf (Alfredo José da Silva nasceu no Rio de Janeiro, 19/mai/1929 — Santo André, 4/mar/2010)

a história de cada um cabe apenas a si, mas as lembranças são de todos.

Ilusão à toa

Composição: Johnny Alf

Eu acho engraçado
Quando um certo alguém
Se aproxima de mim
Trazendo exuberância
Que me extasia

Meus olhos sentem
Minhas mãos transpiram
É um amor que eu guardo há muito
Dentro em mim
E é a voz do coração que canta assim
Assim

Olha, somente um dia
Longe dos teus olhos
Trouxe a saudade do amor tão perto
E o mundo inteiro fez-se tão tristonho

Mas embora agora eu tenha perto
Eu acho graça do meu pensamento
A conduzir o nosso amor discreto
Sim, amor discreto pra uma só pessoa
Pois nem de leve sabes que eu te quero
E me apraz essa ilusão à toa.